quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Aço Inox: como cuidar?


Você decidiu ter em sua cozinha eletrodomésticos, revestimentos, tampos e coifas em aço inox, o que é uma tendência high tech. E no dia a dia se depara com a limpeza e manutenção desse material nobre.

Então, vamos primeiro entender um pouco sobre o material.

O que é o Aço Inox?
O aço inox é sinônimo de material durável e resistente, nos dando sempre a impressão que não se deteriora mesmo sob condições adversas. E por conta disso, é um dos materiais mais utilizados para produção de utensílios e equipamentos para cozinha.

Mas na verdade esse tipo de aço não é eterno. Ele apenas apresenta uma alta resistência a corrosão quando submetido a um determinado meio ou agente, e essa resistência varia conforme o tipo de aço inox.

É muito comum as pessoas acharem que todo aço inox é igual, e por isso, terá as mesmas características, como a alta durabilidade, resistência ao calor, impacto e corrosão. Grande engano, tendo em vista que o aço inox é uma material que não existe na natureza, é fabricado pelo homem através de uma liga de vários metais.

O ideal é saber qual o fornecedor dos móveis e utensílios para poder entrar em contato e adquirir as informações de cada fabricante.

E agora, as dicas para manter suas peças como novas por mais tempo.

Dicas de Manutenção
- Os cuidados devem ser tomados antes mesmo da instalação. Se a cozinha estiver em obras, o ideal é que as peças fiquem armazenadas à sombra e apoiadas de maneira uniforme para evitar o empenamento. A superfície deve estar protegida para evitar que objetos pontiagudos risquem e danifiquem a peça.

- Prefira instalar as peças após o término completo da obra, pois existem muitos materiais agressivos, como reagentes ácidos e alcalinos para limpeza de pisos e revestimentos que podem manchar e oxidar as peças.

- Após a instalação e durante o uso, mantenha a superfície do inox sempre limpa, evitando o acúmulo prolongado com alimentos ácidos, sais e produtos químicos, pois dependendo da concentração e tempo de exposição, estes produtos podem reagir com a superfície do inox, ocasionando manchas e oxidação.

-Para retirada de etiquetas adesivas, use água morna e deixe agir por algum tempo. A água quente vai diluir a cola e a etiqueta sairá facilmente.

- Para a limpeza diária, água (morna) e detergente neutro são os produtos mais recomendados, para a limpeza leve, como manchas de dedos e manchas de gordura. Produtos de limpeza com sulfactantes (exemplos: Limpa Vidros Vidrex, Veja e similares.), funcionam de maneira eficiente.

- No caso das manchas mais difíceis de serem removidas, a dica é deixar a peça de molho alguns minutos com sabão neutro e água morna. Use uma esponja macia para remoção dos resíduos.

- Sempre que possível evite que a água parada seque sobre a peça, pois existe uma quantidade considerável de cloro e sais dissolvidos, assim, quando a água se evapora naturalmente o cloro e os sais se depositam em alta concentração na superfície do aço podendo causar manchas.

Evite produtos de limpeza à base de cloro (água sanitária e sabão contendo cloro, sapólio), pois o cloro é um forte agente oxidante, podendo causar manchas e dependendo da concentração e tempo de exposição, pode até causar a corrosão, mesmo em aço inox de alta qualidade.

- Palha-de-aço ( Bombril ou similares) e aço inox, não combinam! Os resíduos da palha-de-aço são agentes contaminantes, eles se impregnam na superfície do inox e fatalmente irão aparecer pontos de oxidação! Se a peça for polida pode-se fazer o polimento da peça com produto específico para polimento de metais (Bravo, Kaol ou ou similar) e um pano macio.

- Esponja verde-amarela ou dupla face devem ser usadas somente no lado amarelo, macio. O lado verde é abrasivo e riscará a peça com certeza.

- Leia sempre os rótulos dos produtos de limpeza evitando os que contenham cloretos em sua fórmula.

- Evite o contato do aço inox por período prolongado com sal de cozinha (cloreto de sódio), pois apesar de resistente o aço inox pode oxidar dependendo da concentração e do tempo de exposição com o sal.

Super dica: depois de limpar a peça com água morna, sabão neutro e a peça estiver bem sequinha utilize óleo de bebê (isso mesmo, óleo de bebê!) com um pano macio para passar sobre as peças. Cuidado na quantidade para que a peça não fique excessivamente oleosa. Assim, vai evitar as manchas de dedos e deixar as peças brilhando!

Fontes: site Loja Brazil (www.lojabrazil.com.br)
              Mekal Aço e Design





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Olá!

Voltamos depois desse tempo ausente. Estamos preparando novos conteúdos, dicas, sugestões para facilitar cada vez mais o seu dia a dia através da organização de sua casa. Assim, poderá ter mais tempo para você e sua família.

Aguardem...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Arte de Organizar na mídia

Segue abaixo o vídeo de uma matéria que fiz para o programa Alô TVB - SBT Campinas:

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

No reino das panelas - Parte 4

 
Ágata
  • Bonitas e muito decorativas,a s panelas feitas com este material tem resistência quase absoluta contra a corrosão e a ação do tempo. Trata-se de uma base de ferro revestida com esmalte de pó de vidro que torna a superfície lisa, fácil de limpar usando-se a penas água e sabão.
  • Todo cuidado no manuseio é pouco. A ágata é bastante sensível a choques térmicos e impactos fortes. Recomenda-se não levá-la ao fogo vazia, nem por alguns segundos. Colocando-se um pouco de água ou óleo, você evita que o revestimento seja danificado.
  • Batidas na pia ou na torneira durante a lavagem são fatais. Elas fazem com que se soltem partes da camada de esmalte, descascando pontos onde os resíduos começam a acumular.
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    Vapor

    • Esquecida num canto da cozinha até pouco tempo, a panela para cozimento a vapor ganhou espaço entre as adeptas da cozinha light. Feita de alumínio ou barro, funciona como um cuzcuzeiro. Na parte de baixo a água ferve e o vapor sobe, cozinhando os alimentos que ficam suspensos por uma espécie de peneira, com furos maiores.
    • A grande vantagem de cozinhar a vapor é conservar melhor as propriedades dos alimentos, especialmente as vitaminas presentes nos legumes. Além disso, dispensa o uso de óleo ou gordura.
     (Consultora: Profª Cristina Ortiz Furtuoso) 

    No reino das panelas - Parte 3

    Barro e Pedra-Sabão

    • São as panelas preferidas dos adeptos da cozinha naturalista. A justificativa para a escolha é de que demoram para cozer os alimentos, e assim conservam melhor suas propriedades. Além disso, este tipo de vasilha não solta resíduos nocivos. E tem a vantagem inegável de preparar uma comida super saborosa.
    • Há, porém, alguns inconvenientes. A vasilha de pedra é pesada demais e, por conservar intensamente o calor, não pode ser removida do fogão assim que o fogo é desligado. Além disso, o peso acaba estragando os frágeis fogões modernos.
    • Ambas pedem cuidados e podem quebrar com facilidade. As panelas novas devem ser curadas durante cinco dias com óleo quente, antes de serem colocadas em uso. As de barro precisam ser limpas com especial atenção, porque são mais porosas e podem reter restos de alimentos, criando focos de bactérias.


    Ferro

    • Assim como as amantes da cozinha italiana não dispensam uma boa panela de ferro para preparar polenta, também as exigentes cozinheiras mineiras sabem que o segredo dos quitutes saborosos está no uso desse utensílio. Durante o processo de cozimento, liberam o minério - motivo pelo qual muitos médicos aconselham que se prepares comida para os bebes em panelas de ferro. Mas é bom lembrar que esta quantidade de ferro liberada não é suficiente para suprir deficiências sérias do organismo.
    • Como as panelas de pedra, também devem ser curadas em óleo quente antes de serem usadas pela primeira vez, caso contrário a comida fica escura.
    • Para limpeza, mantenha longe a palha de aço, que facilita o surgimento da ferrugem. O ideal é caprichar com água quente, bucha e sabão.
    (Consultora: Profª Cristina Ortiz Furtuoso)

    quinta-feira, 21 de outubro de 2010

    8 erros na cozinha

    Como estou escrevendo sobre panelas, vou aproveitar e transcrever um e-mail que recebi e que mostra erros que cometemos na cozinha. Vamos lá:

    1° erro: Lavar as carnes  
    Primeiro, você perde nutrientes. A carne fica esbranquiçada. Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda. A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

    2° erro: Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.
    O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja. Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente. O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde. Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em um litro de água.

    3° erro: Usar tábua de carne de madeira.
    Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo! Tábua tem que ser de plástico ou vidro.

    4° erro: Sobre guardar comida quente na geladeira.
    Este é um dos um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa... Não há erro em guardar comida quente na geladeira. O único problema é que vai aumentar um pouquinho o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo algum. Porém ...

     
    5° erro: Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.
    O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar! Então, coloque tudo destampado. Depois de duas horas você pode fechar.

     
    6° erro: Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes. 
    As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos, um de cada lado.
    Sai leite condensado por um lado mas, pelo outro, entra uma porção de bactérias. Abra a lata inteira e passe o leite condensado para um recipiente que pode ser de plástico ou de vidro. Sirva sempre com uma colher; depois tampe e guarde na geladeira.

    7° erro: Ignorar as formigas.
    Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas. Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
    Doutor Bactéria: E se fosse uma barata?
    Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
    Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata, deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
    Marina: Sumiu.
    Doutor Bactéria: Quem levou?
    Marina: As formigas...
    Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
    Marina: É, né?...
    Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata.
    Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.

    8° erro: Soprar velinhas do bolo de aniversário.
    Este é um péssimo mau hábito. Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva. Essas bactérias produzem uma toxina que podem ocasionar aquelas intoxicações com 24 horas de vomito e mal-estar. Evite, também, deixar o bolo fora da geladeira.
     
    (Roberto Figueiredo é Biomédico e personifica o Dr. Bactéria)

    No reino das panelas - Parte 2

    Aço Inox

    • Um banquete para os olhos, as panelas de inox - uma associação de metais nobres como níquel, cromo, manganês e molibdênio - não enferrujam e são muito resistentes. Além disso, aos contrário das de alumínio, não liberam qualquer resíduo.
    • A maior deficiência deste produto é a má propagação do calor, que faz com que os alimentos grudem no fundo. Aí, a limpeza fica mais difícil. Muitos fabricantes resolveram o problema revestindo a base externa da panela com uma camada de alumínio ou cobre. Este fundo garante a distribuição do calor por igual, evitando que os alimentos se queimem. Prefira-as na hora da compra: os resultados na hora de cozinhar são muito melhores.
    • O manuseio não é complicado. As panelas de aço inox são resistentes e não muito pesadas. Duráveis, podem ir à máquina de lavar louça. Custam em geral seis vezes mais que as de alumínio.

    Vidro
    • Quando chegaram ao mercado nacional, as panelas de vidro provocaram o maior frenesi. As donas de casa correram aos magazines, querendo conhecer a maravilha que as libertaria do bombril. De fato, essas panelas são uma mão na roda. Podem ir ao microondas e à lava louça, não retêm odores nem soltam resíduos.
    • Uma das desvantagens - que é ao mesmo tempo uma vantagem - é a maior capacidade de reter o calor. Se a dona de casa não prestar atenção, acaba queimando os alimentos ao cozinhar. Por isso, é preciso aprender a lidar com elas.
    • O vidro utilizado em sua fabricação é enriquecido com sílica, que as torna resistentes a pequenos choques térmicos. No entanto, exigem cuidados no manuseio. Os cabos costuma esquentar, as vasilhas são pesadas e podem trincar se sofrerem uma mudança muito brusca de temperatura.

    Antiaderentes

    • As panelas com este tipo de revestimento surgiram na década de 60 e evolucionaram a cozinha. Além de facilitar a limpeza, permitem reduzir o uso de gordura para cozinhar. O responsável pela mágica é um plástico chamado politetrafluoretileno, que ficou conhecido como teflon.
    • Apesar de mágico, o teflon não é milagroso. Este revestimento, usado em utensílios de alumínio, solta-se com o atrito e forma poros, onde se acumulam resíduos de alimento. Para conservá-lo, deve-se mexer os alimentos com colheres de pau ou silicone, que não riscam.
    • Para limpá-las, use apenas bucha macia. Mesmo com todo cuidado, estas panelas super práticas não costumam ter vida muito longa.

    (Consultoria:  Profª. Cristina Ortiz Furtuoso)