quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Arte de Organizar na mídia

Segue abaixo o vídeo de uma matéria que fiz para o programa Alô TVB - SBT Campinas:

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

No reino das panelas - Parte 4

 
Ágata
  • Bonitas e muito decorativas,a s panelas feitas com este material tem resistência quase absoluta contra a corrosão e a ação do tempo. Trata-se de uma base de ferro revestida com esmalte de pó de vidro que torna a superfície lisa, fácil de limpar usando-se a penas água e sabão.
  • Todo cuidado no manuseio é pouco. A ágata é bastante sensível a choques térmicos e impactos fortes. Recomenda-se não levá-la ao fogo vazia, nem por alguns segundos. Colocando-se um pouco de água ou óleo, você evita que o revestimento seja danificado.
  • Batidas na pia ou na torneira durante a lavagem são fatais. Elas fazem com que se soltem partes da camada de esmalte, descascando pontos onde os resíduos começam a acumular.
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    Vapor

    • Esquecida num canto da cozinha até pouco tempo, a panela para cozimento a vapor ganhou espaço entre as adeptas da cozinha light. Feita de alumínio ou barro, funciona como um cuzcuzeiro. Na parte de baixo a água ferve e o vapor sobe, cozinhando os alimentos que ficam suspensos por uma espécie de peneira, com furos maiores.
    • A grande vantagem de cozinhar a vapor é conservar melhor as propriedades dos alimentos, especialmente as vitaminas presentes nos legumes. Além disso, dispensa o uso de óleo ou gordura.
     (Consultora: Profª Cristina Ortiz Furtuoso) 

    No reino das panelas - Parte 3

    Barro e Pedra-Sabão

    • São as panelas preferidas dos adeptos da cozinha naturalista. A justificativa para a escolha é de que demoram para cozer os alimentos, e assim conservam melhor suas propriedades. Além disso, este tipo de vasilha não solta resíduos nocivos. E tem a vantagem inegável de preparar uma comida super saborosa.
    • Há, porém, alguns inconvenientes. A vasilha de pedra é pesada demais e, por conservar intensamente o calor, não pode ser removida do fogão assim que o fogo é desligado. Além disso, o peso acaba estragando os frágeis fogões modernos.
    • Ambas pedem cuidados e podem quebrar com facilidade. As panelas novas devem ser curadas durante cinco dias com óleo quente, antes de serem colocadas em uso. As de barro precisam ser limpas com especial atenção, porque são mais porosas e podem reter restos de alimentos, criando focos de bactérias.


    Ferro

    • Assim como as amantes da cozinha italiana não dispensam uma boa panela de ferro para preparar polenta, também as exigentes cozinheiras mineiras sabem que o segredo dos quitutes saborosos está no uso desse utensílio. Durante o processo de cozimento, liberam o minério - motivo pelo qual muitos médicos aconselham que se prepares comida para os bebes em panelas de ferro. Mas é bom lembrar que esta quantidade de ferro liberada não é suficiente para suprir deficiências sérias do organismo.
    • Como as panelas de pedra, também devem ser curadas em óleo quente antes de serem usadas pela primeira vez, caso contrário a comida fica escura.
    • Para limpeza, mantenha longe a palha de aço, que facilita o surgimento da ferrugem. O ideal é caprichar com água quente, bucha e sabão.
    (Consultora: Profª Cristina Ortiz Furtuoso)

    quinta-feira, 21 de outubro de 2010

    8 erros na cozinha

    Como estou escrevendo sobre panelas, vou aproveitar e transcrever um e-mail que recebi e que mostra erros que cometemos na cozinha. Vamos lá:

    1° erro: Lavar as carnes  
    Primeiro, você perde nutrientes. A carne fica esbranquiçada. Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda. A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

    2° erro: Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.
    O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja. Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente. O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde. Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em um litro de água.

    3° erro: Usar tábua de carne de madeira.
    Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo! Tábua tem que ser de plástico ou vidro.

    4° erro: Sobre guardar comida quente na geladeira.
    Este é um dos um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa... Não há erro em guardar comida quente na geladeira. O único problema é que vai aumentar um pouquinho o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo algum. Porém ...

     
    5° erro: Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.
    O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar! Então, coloque tudo destampado. Depois de duas horas você pode fechar.

     
    6° erro: Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes. 
    As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos, um de cada lado.
    Sai leite condensado por um lado mas, pelo outro, entra uma porção de bactérias. Abra a lata inteira e passe o leite condensado para um recipiente que pode ser de plástico ou de vidro. Sirva sempre com uma colher; depois tampe e guarde na geladeira.

    7° erro: Ignorar as formigas.
    Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas. Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
    Doutor Bactéria: E se fosse uma barata?
    Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
    Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata, deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
    Marina: Sumiu.
    Doutor Bactéria: Quem levou?
    Marina: As formigas...
    Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
    Marina: É, né?...
    Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata.
    Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.

    8° erro: Soprar velinhas do bolo de aniversário.
    Este é um péssimo mau hábito. Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva. Essas bactérias produzem uma toxina que podem ocasionar aquelas intoxicações com 24 horas de vomito e mal-estar. Evite, também, deixar o bolo fora da geladeira.
     
    (Roberto Figueiredo é Biomédico e personifica o Dr. Bactéria)

    No reino das panelas - Parte 2

    Aço Inox

    • Um banquete para os olhos, as panelas de inox - uma associação de metais nobres como níquel, cromo, manganês e molibdênio - não enferrujam e são muito resistentes. Além disso, aos contrário das de alumínio, não liberam qualquer resíduo.
    • A maior deficiência deste produto é a má propagação do calor, que faz com que os alimentos grudem no fundo. Aí, a limpeza fica mais difícil. Muitos fabricantes resolveram o problema revestindo a base externa da panela com uma camada de alumínio ou cobre. Este fundo garante a distribuição do calor por igual, evitando que os alimentos se queimem. Prefira-as na hora da compra: os resultados na hora de cozinhar são muito melhores.
    • O manuseio não é complicado. As panelas de aço inox são resistentes e não muito pesadas. Duráveis, podem ir à máquina de lavar louça. Custam em geral seis vezes mais que as de alumínio.

    Vidro
    • Quando chegaram ao mercado nacional, as panelas de vidro provocaram o maior frenesi. As donas de casa correram aos magazines, querendo conhecer a maravilha que as libertaria do bombril. De fato, essas panelas são uma mão na roda. Podem ir ao microondas e à lava louça, não retêm odores nem soltam resíduos.
    • Uma das desvantagens - que é ao mesmo tempo uma vantagem - é a maior capacidade de reter o calor. Se a dona de casa não prestar atenção, acaba queimando os alimentos ao cozinhar. Por isso, é preciso aprender a lidar com elas.
    • O vidro utilizado em sua fabricação é enriquecido com sílica, que as torna resistentes a pequenos choques térmicos. No entanto, exigem cuidados no manuseio. Os cabos costuma esquentar, as vasilhas são pesadas e podem trincar se sofrerem uma mudança muito brusca de temperatura.

    Antiaderentes

    • As panelas com este tipo de revestimento surgiram na década de 60 e evolucionaram a cozinha. Além de facilitar a limpeza, permitem reduzir o uso de gordura para cozinhar. O responsável pela mágica é um plástico chamado politetrafluoretileno, que ficou conhecido como teflon.
    • Apesar de mágico, o teflon não é milagroso. Este revestimento, usado em utensílios de alumínio, solta-se com o atrito e forma poros, onde se acumulam resíduos de alimento. Para conservá-lo, deve-se mexer os alimentos com colheres de pau ou silicone, que não riscam.
    • Para limpá-las, use apenas bucha macia. Mesmo com todo cuidado, estas panelas super práticas não costumam ter vida muito longa.

    (Consultoria:  Profª. Cristina Ortiz Furtuoso)

    quarta-feira, 20 de outubro de 2010

    No reino das panelas - Parte 1

    Vou começar uma série sobre Panelas: os tipos que existem no mercado, seus cuidados e utilização. Acompanhe!


    Cada quitute tem a panela que merece. Saiba quais as vantagens e desvantagens de cada tipo, e aprenda a conservá-las corretamente por mais tempo.


    Elas fazem parte da vida doméstica tanto quanto o fogão e a geladeira. Um dos primeiros itens a entrar na lista de qualquer enxoval, as panelas, duram praticamente a vida inteira. É só saber como escolher peças de qualidade e com funções bem definidas. Comprar panelas, apesar de parecer uma operação banal, exige alguns cuidados e até reflexões sobre os hábitos alimentares. Afinal, não existe uma vasilha ideal. As melhores são aquelas que distribuem o calor por igual, com o máximo aproveitamento do combustível, sem soltar partículas prejudiciais à saúde ou reter resíduos de alimentos em seu interior. Outros requisitos importantes são durabilidade e resistência. Embora a indústria tenha lançado mão de novas tecnologias, ainda não conseguiu produzir uma panela que reúna todas essas características. Para facilitar a vida na cozinha, o ideal é ter tipos variados de utensílios, e usá-los de acordo com cada alimento a ser preparado. O mercado oferece muitas opções.


    Alumínio

    • Depois da Segunda Guerra Mundial, as panelas de alumínio reinaram absolutas nas cozinhas brasileiras. Esse metal é bom condutor de calor, leve, fácil de limpar e barato.
    • Para escolhê-las bem, preste atenção a algumas características. A matéria-prima deve ter elevado grau de pureza (em torno de 99%), e a laminação deve ser cuidados. Do contrário, criam-se bolhas internas que, com o atrito e a ação do fogo, podem formar poros e liberar resíduos.
    • Um bom conjunto de alumínio, tratado com atenção e evitando-se quedas, tem vida útil de aproximadamente quinze anos. Com o uso, podem surgir falhas nas paredes internas. Nelas, os resíduos acabam se acumulando e oxidando, e podem se soltar na próxima vez que a panela for ao fogo.
    • Não há o que temer quanto à saúde. Em geral, os médicos concordam que a ingestão de alumínio, liberado em pequenas quantidades durante o cozimento, não é prejudicial.    

    (Consultoria:  Profª. Cristina Ortiz Furtuoso)

        Em ritmo de mudança - Parte 3


        Em boa companhia

        • Escolher uma empresa confiável é meio caminho andado. Faça vários orçamentos e procure sempre ter alguma referência da empresa escolhida antes de decidir-se.
        • Em geral, um funcionário da empresa vai até a sua casa fazer o orçamento, verificando a quantidade de móveis e objetos e as condições de remoção da mudança - colocar um piano de cauda num apartamento é bastante trabalhoso. Certifique-se de que esse serviço é gratuito.
        • Além dos objetos em si, a distância entre os imóveis influi no preço. No mesmo município não há muita diferença. Mudanças intermunicipais pagam uma taxa extra de quilometragem, e entre estados diferentes as taxas referentes ao imposto sobre circulação de mercadorias. Caso a mudança vá acontecer entre dois países, paga-se o transporte de navio e as taxas aduaneiras.
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          Para informações de mudança na região de Campinas consulte a empresa Mudanças Carlinhos.